
A história acompanha duas pessoas palhaças em uma divertida perseguição a uma mala misteriosa, que aparece e desaparece. Entre mágicas, músicas e sonhos, o público é convidado a imaginar: o que há dentro dela? E o que cabe dentro de nós quando sonhamos com um mundo mais justo e igualitário?
O espetáculo combina malabarismo, monociclo, mágica, música ao vivo e teatro, garantindo uma experiência rica e sensorial para todas as idades.
Palavras são colhidas das crianças na plateia e se transformam em música; sons são criados em tempo real, compondo ao vivo a trilha sonora do espetáculo junto com quem assiste. Cada cena é um convite para brincar com os sentidos e imaginar o que pode caber dentro dessa mala — que também é metáfora para sonhos, utopias e possibilidades.
Sem precisar explicar o feminismo com palavras, O que será que tem na mala? nasce dele: do desejo por equidade, respeito às diferenças e espaço para todas as formas de existência.


